Em “Tempos Modernos”, Charlie Chaplin apresenta o momento no qual o sujeito se funde à máquina. As engrenagens o engolem, o gesto mecânico substitui o pensamento, e o trabalho perde o vínculo com o sentido. No século 21, embora a maquinaria esteja cada vez mais dependente dos algoritmos, a mesma matéria-prima é consumida: as pessoas.
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Source: O país do ruído




